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| Pelo projecto +- |
PORTUGAL:
Agências de trabalho temporário estão a ver um aumento no volume de negócios, respondendo à precariedade do emprego. Foram 87 mil pessoas a tempo inteiro em 2010 a receberem valores entre o salário mínimo e os 600 euros.
Em Fevereiro, quase 300 mil desempregados não tiveram subsídios.
Maioria daqueles que pediram isenção das taxas moderadoras vai obtê-las. Com o crescimento das dificuldades seria interessante descobrir se estas taxas compensam o esforço de controlar quem paga ou não.
Bruxelas autoriza a venda do BPN após alterações feitas aos termos do negócio.
Responsáveis da REN vão à China decidir futuros investimentos da empresa, cujo foco deverá ser os países africanos de língua portuguesa. O interesse chinês na REN é portanto usar a empresa como uma frente para entrar nos mercados africanos.
Agência Fitch admite que Portugal poderá ser incapaz de cumprir com metas do défice devido a austeridade insuficiente e fracos resultados da economia (ignorando que é a austeridade em si que está a destruir a economia).
Entretanto os cegos não conseguem entregar o IRS devido a erros burocráticos e os candeeiros a petróleo tornam-se de novo populares quando até a luz eléctrica é um luxo.
GRÉCIA:
Líder da missão do FMI na Grécia, Poul Thomsen, defende a redução do salário mínimo, dando o exemplo de Portugal (50% do salário mínimo grego). Continua a corrida para o fundo do poço.
ESPANHA:
Com a economia a desacelerar, a Espanha vê-se a braços com mais 40 biliões em cortes.
EUROPA:
Um bom apanhado pelo MB dos recentes acontecimentos na zona euro: o campo alemão consegue que os bancos centrais possam recusar garantias dadas por governos que pediram ajuda à Troika para acesso ao crédito, o Ministro das Finanças alemão coloca de parte a implementação de taxas sobre transacções financeiras, Merkel parece aceitar a conjugação dos dois mecanismos de resgate europeus na expectativa do piorar da situação portuguesa e espanhola.
Para complementar, um gráfico da dívida a 10 anos dos PIIGS, onde podemos ver Portugal a seguir alegremente o caminho da insustentabilidade Grega.

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