sábado, 28 de abril de 2012

Comentário: A Islândia sem romantismos

Recomenda-se a leitura do excelente artigo do jornalista Bruno Faria Lopes sobre a crise na Islândia e as suas consequências, onde se mostra que nem tudo é tão simples como parece. Não pagar teve consequências (e vantagens) e convêm saber quais são. Foi uma decisão não apenas de democracia mas também de falta de alternativas.


"Nos livros está a concentração de interesses entre os banqueiros que arruinaram o país e o poder político, a gestão criminosa do risco, a dimensão da loucura de uma era em que bilionários instantâneos pagavam milhões a Elton John para cantar em festas. “Depois de lermos começámos a perguntar como é possível dizer que a Islândia é um país bem classificado nos rankings de corrupção – nós vivemos no país mais corrupto da Europa”"

E depois, para quem ainda tiver mais sede de Islândia, fica aqui também uma entrevista recente com o Presidente do país.

"As you know, the IMF program finished last year, and we organized a celebratory conference in October, where we said goodbye to the IMF program, and it was attended by Paul Krugman, and other prominent economists, as well as some of the leading officials of the IMF. And it was very interesting to hear them acknowledge that the IMF had probably learned more from this experience with Iceland than Iceland had learned from the IMF."

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