quinta-feira, 26 de abril de 2012

Notícias 26-4-2012: Mesquinhez q.b.

















PORTUGAL:

Es.col.a da Fontinha é novamente despejada e desta vez a câmara deu-se ao trabalho de destruir a infraestrutura e emparedar o espaço.

Governo admite rever valor dos montantes a atribuir em caso de rescisão de contrato com funcionários públicos e os termos da mobilidade forçada.
A nova taxa sobre os alimentos só irá aplicar-se a espaços superiores a 2000 metros quadrados, em contradição dos anteriores 400 e só deverá arrecadar entre 12 a 13 milhões de euros.
Portugal foi o segundo país europeu a receber mais fundos do QREN. Resta saber onde desapareceu tanta bonança.

ANACOM diz que estão a haver cobranças excessivas pela instalação da TDT (que podem chegar aos 120 euros) e diz que solução é "civismo". E que tal regulação? Deco diz que processo de transição foi mal pensado e executado.

Assunção Esteves levanta objecção de natureza regulamentar quanto à nomeação de Conde Rodrigues para o Tribunal Constitucional.

Entretanto, no pântano: Testemunhas dizem que Sócrates pediu a mudança da firma de arquitectos do projecto Freeport porque a escolhida não era do "partido certo" e que foi ainda feita a sugestão de que com o donativo certo, a demora do parecer ambiental podia ser reduzida de meses para dias.
EDP anuncia dividendos de 18.5 cêntimos. Estamos portanto a pagar duas vezes: quando pagamos a um operador privado por electricidade excessivamente cara e quando os lucros dessa empresa vão para bolsos chineses ao som de 676.5 milhões.

O Movimento dos Utentes do Serviços Públicos entregaram ao Parlamento a exigência do fim das taxas moderadoras e o cessar da destruição do SNS.


EUROPA:

Mario Draghi, presidente do BCE, faz mais um dos seus discursos lunáticos onde parece de facto estar a viver na Lua, cujas falsidades são bem desconstruídas no MB.


ESPANHA:

Fronteiras vão ser repostas durante a próxima semana em antecipação da reunião de governadores do BCE.


FRANÇA:

Promessa de Hollande de renegociar o pacto fiscal europeu em paralelo com a sua provável vitória fazem o euro entrar em queda.

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