sexta-feira, 16 de março de 2012

Comentário: Os 1% e o controlo

Hoje temos comentário sobre os 1%, os sistemas de controlo que usam e o tipo de sociedade que desejam, onde a Democracia não faz parte da agenda. Primeiro, nos Estados Unidos, onde a noção de mercados livres e competição foi aplicada só ao lado dos espremidos: os produtores e consumidores é que têm de competir para agradar aos monopólios de distribuidores e intermediários.

"For years, America’s upper-middle classes—of all political leanings—have tended to gaze on our political economy with a certain smug self-confidence. Even as our new masters imposed their rule over the markets once run by our farmers and small shopkeepers, and smashed the unions that empowered industrial workers and flight attendants to bargain as equals with their bosses, we turned away."


Depois, Bill Black comenta a situação europeia e o render da soberania económica e depois política da periferia aos interesses alemães e os mecanismos através dos quais tal é possível.

"A nation that retains its economic sovereignty can speed its recovery from a severe recession by adopting a stimulative fiscal policy, a stimulative monetary policy, and by devaluing its currency. A nation that adopts the euro cannot use any of these methods." 


Já em 2005 e 2006, a tendência actual de polarização de riqueza e o surgimento da plutocracia era vista como uma inevitabilidade desejável aos membros das elites. A Citigroup emitiu três relatórios que depois se esforçou furiosamente em suprimir da Internet, mas que com o advento do movimento Occupy se tornaram impossíveis de esconder. Uma breve análise dos conteúdos:

"These three plutonomy tracts, being windows both into the plutonomist’s mind and to their strategies, contain many interesting points, but for democrats the most significant one is that plutonomists see the subversion of democratic process as the ultimate key to their success."


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