quinta-feira, 10 de maio de 2012

Notícias 10-5-2012: A Lei cega, a Lei cegueta




PORTUGAL:

Exportações crescem 13% em Janeiro e Fevereiro, abrandaram em Março para 8%, principalmente em mercados fora da UE com o maior crescimento registado nos combustíveis.

Câmara de Lisboa mantêm a sua intenção de expulsar os ocupantes do nº 94 da Rua de São Lázaro na quarta-feira.
Um dos manifestantes detidos na Fontinha foi condenado a cinco meses de prisão em pena suspensa por alegadas agressões à polícia. Outro dois foram condenados a multas de 750 euros. Manifestantes alegam parcialidade por parte do juiz, que dizem só ter tomado em conta as declarações da polícia.

Greve da NAV, operadora estatal do tráfego nacional, convocou uma greve de 5 dias que deverá afectar 300 voos.

Marinho Pinto declara-se contra a personalização da Justiça, menciona alguma estatísticas preocupantes das taxas de encarceramento em Portugal "o país da antiga Europa ocidental que tem a menor taxa de criminalidade e a criminalidade menos violenta, é o pais da União Europeia que tem a maior taxa de presos por habitante (...) Voltamos aos cento e trinta e tal presos por cem mil habitantes (...) são rácios próximos de países como os Estados Unidos da América e a Rússia"

Santander declara-se a favor do modelo espanhol de entrega das casas aos bancos em caso de incumprimento, que passa a servir de senhorio para os habitantes.

Entretanto, no pântano: Miguel Relvas recebeu planos de reforma de secretas, via Ongoing, assim como circulares internas das secretas com notícias internacionais.


GRÉCIA:

Syriza desiste de constituir governo. Agora é a vez do PASOK, cujas hipóteses de sucesso são ainda mais remotas.


ESPANHA E ITÁLIA:

Dívida soberana espanhola e italiana estão a divergir, com o agravar da espanhola e aligeirar da italiana, reflectindo a instabilidade de Espanha.


CHINA:

O fundo soberano chinês deixa de comprar dívida soberana europeia com receio da instabilidade.


EUROPA:

Resumo do MB da instabilidade europeia de curto prazo e tímidos sinais da burocracia europeia de que estão a lutar contra a realidade.

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