Verificamos em poucos dias uma viragem dos poderosos da Europa, já arrepiam caminho e aí vem o Hollande «negar planos de contingência para a eventual saída da Grécia do euro» e aí vem a Lagarde «defender que a União Europeia prolongue a ajuda financeira à Grécia, mesmo que os gregos optem por rejeitar o memorando, nas próximas legislativas de 17 de Junho».
Afinal, a falsa questão da saída da Grécia da zona euro era mesmo só bluff, uma chantagem populista para amedrontar os eleitores gregos e virar a opinião pública contra a Grécia. Recuperar a soberania e rejeitar o programa de austeridade da Troika não implicam abandonar a moeda única nem a ruína da Europa.
Assim, dão razão a Alexis Tsipras do Syriza quando afirma: «Votar na Coligação da Esquerda Radical é salvar a moeda única. Insistir na austeridade na Grécia significa regressar ao dracma.»
Assim, dão razão a Alexis Tsipras do Syriza quando afirma: «Votar na Coligação da Esquerda Radical é salvar a moeda única. Insistir na austeridade na Grécia significa regressar ao dracma.»
Mas já inventam um outro papão: o geuro. O Deutsche Bank «propôs hoje a introdução de uma moeda paralela ao euro na Grécia, caso os adversários das medidas de austeridade ganhem as eleições...»
Sem comentários:
Enviar um comentário