por Damien Millet e Eric Toussaint
«De acordo com as exigências do FMI, os governos dos países europeus resolveram impor, aos seus povos, políticas rigorosas de austeridade, com cortes na despesa pública: despedimentos na função pública, congelamento ou redução de salários, limitação do acesso a determinados serviços públicos essenciais à protecção social, aumento da idade da reforma... Aumenta o custo dos serviços públicos (transportes, água, saúde, educação...). Sobem os impostos indirectos de forma particularmente injusta, em especial o IVA. As empresas públicas mais competitivas são privatizadas em massa. As políticas de austeridade implementadas atingiram um nível que não era visto desde a Segunda Guerra Mundial. (...) Mas as pessoas suportam cada vez menos a injustiça dessas reformas caracterizadas por um retrocesso social de grande amplitude. (...) Tracemos os contornos do que queremos que seja essa outra lógica.»
1. Travar os planos de austeridade que são injustos e que aprofundam a crise.
2. Anular a dívida ilegítima.
3. Para uma justa redistribuição da riqueza.
4. Lutar contra os paraísos fiscais.
5. É preciso puxar as rédeas aos mercados financeiros.
6. Transferir os bancos e as companhias de seguro para o sector público, sob controlo cidadão.
7. Nacionalizar as empresas privatizadas desde 1980.
8. Reduzir radicalmente as horas de trabalho para garantir o pleno emprego e adoptar uma política de distribuição da riqueza com vista à justiça social.
9. Empréstimos públicos favoráveis à melhoria das condições de vida, à promoção dos bens comuns, rompendo com a lógica da destruição ambiental.
10. Questionar o euro.
11. Uma outra União Europeia construída na solidariedade
«De acordo com as exigências do FMI, os governos dos países europeus resolveram impor, aos seus povos, políticas rigorosas de austeridade, com cortes na despesa pública: despedimentos na função pública, congelamento ou redução de salários, limitação do acesso a determinados serviços públicos essenciais à protecção social, aumento da idade da reforma... Aumenta o custo dos serviços públicos (transportes, água, saúde, educação...). Sobem os impostos indirectos de forma particularmente injusta, em especial o IVA. As empresas públicas mais competitivas são privatizadas em massa. As políticas de austeridade implementadas atingiram um nível que não era visto desde a Segunda Guerra Mundial. (...) Mas as pessoas suportam cada vez menos a injustiça dessas reformas caracterizadas por um retrocesso social de grande amplitude. (...) Tracemos os contornos do que queremos que seja essa outra lógica.»
1. Travar os planos de austeridade que são injustos e que aprofundam a crise.
2. Anular a dívida ilegítima.
3. Para uma justa redistribuição da riqueza.
4. Lutar contra os paraísos fiscais.
5. É preciso puxar as rédeas aos mercados financeiros.
6. Transferir os bancos e as companhias de seguro para o sector público, sob controlo cidadão.
7. Nacionalizar as empresas privatizadas desde 1980.
8. Reduzir radicalmente as horas de trabalho para garantir o pleno emprego e adoptar uma política de distribuição da riqueza com vista à justiça social.
9. Empréstimos públicos favoráveis à melhoria das condições de vida, à promoção dos bens comuns, rompendo com a lógica da destruição ambiental.
10. Questionar o euro.
11. Uma outra União Europeia construída na solidariedade
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