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| Algures nas altas esferas da União Europeia... |
PORTUGAL:
Autoeuropa pára a produção 4 dias em Agosto devido à quebra de procura. Soflusa reduz velocidade dos barcos para poupar combustível. Empresas a cortar nos prémios salariais.
Governo não vai mexer de forma significativa nas estruturas das polícias.
Valor das casas caí para mínimos históricos, queda vai continuar conforme a bolha imobiliária vai esvaziando.
Na luta: Controladores aéreos vão cancelar a greve depois do Ministro da Economia ter aceitado criar um grupo de trabalho para analisar a situação. Quanto aos trabalhadores da TAP, Álvaro Santos ameaça uma requisição civil para impedir qualquer greve.
400 trabalhadores, precários e efectivos, despedidos num Call Center da Segurança Social de Castelo Branco.
Administração da CP continua a guerra de propaganda contra os trabalhadores, acusando-os de levarem aos cancelamento de 10 mil comboios este ano.
CGTP vai manter actividade durante o Verão.
Bananização da República: Encargos com subsídios de desemprego e outros estabilizadores automáticos da Segurança Social triplicam nos primeiros 5 meses do ano, conforme há cada vez mais desempregados e menos receita de impostos. A ficar de olho na situação, não vá o governo começar com propostas de "racionalização".
Trabalhadores da função pública com baixas prolongadas vão ver as suas férias e subsídios de férias cancelados.
Estado recebe o dobro da receita do IVA (aumentado para 23%) na área da restauração... a ver até quando, conforme cada vez mais estabelecimentos fecham.
70.000 portugueses emigram todos os anos.
FRANÇA:
Hollande avança com algumas das suas promessas, como aumento do salário mínimo e dos impostos sobre os ricos.
ITÁLIA:
País junta-se ao clube dos despedimentos fáceis.
ESLOVÉNIA:
Governantes a fazerem chantagem do público com medos de "ficarem como a Grécia" para os levar a aceitarem a inclusão da regra de ouro orçamental da Alemanha na Constituição.
EUROPA:
Cimeira europeia está quase aí, para mais um espectáculo de futilidade. Na mesa está a criação dum Ministério das Finanças Europeu que teria soberania sobre os orçamentos de cada Estado caso estes ultrapassem os limites de dívida aceitáveis, entre outras medidas. Estas estão a ser pensadas para aplicação a 10 anos, ou seja, de impacto nulo na crise urgente.

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