Leia aqui a 7ª parte da série «Bancos contra Povos: os bastidores de um jogo manipulado!» por Éric Toussaint
quinta-feira, 28 de março de 2013
Disciplina bancária, mera ilusão de óptica!
«A suposta capacidade de os bancos e de outros investidores institucionais se autorregularem é apenas uma forma de atirar areia para os olhos, permitindo que façam o que lhes apetece. Alan Greenspan, governantes dos países industrializados, um exército de especialistas e de comentadores financeiros, verdadeiros ilusionistas, tomam os cidadãos por cretinos e repetem a fábula da autorregulação dos mercados até à náusea.»
terça-feira, 26 de março de 2013
O eterno retorno das oligarquias
Dívida e democracia: A conexão foi quebrada?
por Michael Hudson
A dívida é uma escravidão. Vai destruir todos, se não a fizerem parar
O Livro V da Política de Aristóteles descreve a eterna transição das oligarquias, que se convertem elas mesmas em aristocracias hereditárias – que terminam por ser derrubadas por tiranos ou desenvolvem rivalidades internas, quando algumas famílias decidem “cercar a multidão” no campo delas e abrem caminho para a democracia, dentro da qual uma oligarquia reemerge, seguida de aristocracia, depois democracia, sempre, ao longo da história.
A principal dinâmica que move essas derivas é a dívida – sempre com novas viradas e mudanças. A dívida polariza a riqueza, para criar uma classe de senhores do crédito, cujo governo oligárquico termina quando novos líderes (para Aristóteles, “tiranos”) ganham apoio popular porque cancelam as dívidas e redistribuem a propriedade, ou assumem, para o Estado, o usufruto da propriedade.
Contudo, desde o Renascimento, os banqueiros passaram a garantir apoio político às democracias. Não que isso reflita alguma convicção igualitária, ou convicções políticas liberais, mas, sim, porque os banqueiros entenderam que, nas democracias, seus empréstimos estão mais bem garantidos. Como James Steuart explicou em 1767, os empréstimos reais continuaram a ser negócio privado, muito mais do que dívidas públicas. Para que a dívida do soberano e o dever de pagá-la fossem distribuídos para toda a nação, os representantes eleitos criariam impostos, com os quais se pagariam os juros e encargos das dívidas dos reis.
Continuar a ler no CADTM: http://cadtm.org/Divida-e-democracia-A-conexao-foi
por Michael Hudson
A dívida é uma escravidão. Vai destruir todos, se não a fizerem parar
O Livro V da Política de Aristóteles descreve a eterna transição das oligarquias, que se convertem elas mesmas em aristocracias hereditárias – que terminam por ser derrubadas por tiranos ou desenvolvem rivalidades internas, quando algumas famílias decidem “cercar a multidão” no campo delas e abrem caminho para a democracia, dentro da qual uma oligarquia reemerge, seguida de aristocracia, depois democracia, sempre, ao longo da história.
A principal dinâmica que move essas derivas é a dívida – sempre com novas viradas e mudanças. A dívida polariza a riqueza, para criar uma classe de senhores do crédito, cujo governo oligárquico termina quando novos líderes (para Aristóteles, “tiranos”) ganham apoio popular porque cancelam as dívidas e redistribuem a propriedade, ou assumem, para o Estado, o usufruto da propriedade.
Contudo, desde o Renascimento, os banqueiros passaram a garantir apoio político às democracias. Não que isso reflita alguma convicção igualitária, ou convicções políticas liberais, mas, sim, porque os banqueiros entenderam que, nas democracias, seus empréstimos estão mais bem garantidos. Como James Steuart explicou em 1767, os empréstimos reais continuaram a ser negócio privado, muito mais do que dívidas públicas. Para que a dívida do soberano e o dever de pagá-la fossem distribuídos para toda a nação, os representantes eleitos criariam impostos, com os quais se pagariam os juros e encargos das dívidas dos reis.
Continuar a ler no CADTM: http://cadtm.org/Divida-e-democracia-A-conexao-foi
sexta-feira, 15 de março de 2013
Até o FMI admite…
Em Outubro de 2012, o FMI forneceu uma chave para entender o aprofundamento da crise na Europa. O seu gabinete de estudos veio dizer que cada euro de redução da despesa pública provoca uma redução do Produto Interno Bruto (PIB) entre 0,9 e 1,7 euros.
6ª parte da série «Bancos contra Povos: os bastidores de um jogo manipulado!», por Éric Toussaint.
Ler aqui: http://www.cadpp.org/content/ate-fmi-admite
6ª parte da série «Bancos contra Povos: os bastidores de um jogo manipulado!», por Éric Toussaint.
Ler aqui: http://www.cadpp.org/content/ate-fmi-admite
terça-feira, 12 de março de 2013
"A Grécia deve suspender unilateralmente o pagamento da sua dívida"
Éric Toussaint* em entrevista ao diário grego Efsyn: "A Grécia deve suspender unilateralmente o pagamento da sua dívida". Na sua opinião, só um governo determinado, que se apoie no povo, poderá obter uma solução para o problema da dívida. Em seu entender, a SYRIZA não deve assumir uma posição moderada.
- A Grécia parece estar no centro da crise da dívida. Disse que o povo grego, estando no centro da crise, está também no epicentro da solução para essa crise. O que quer dizer com isto?
Éric Toussaint - É claro que toda a Europa vive uma crise profunda. A classe capitalista e a Comissão Europeia, que actua em seu nome, desencadearam um terrível ataque contra o povo. A Grécia está no centro dessa crise, mas também no centro da resistência a esse ataque. Países como a Irlanda, Portugal e Espanha, mas também a Roménia e a Bulgária, etc. são vítimas desse ataque.
No entanto, a Grécia está no centro porque representa o início de uma nova fase da crise, devido à implementação do memorando de entendimento, em Maio de 2010, mas também devido à resistência do povo grego. Estou ao corrente do que se passou na última greve geral de 20 de Fevereiro 2013, que foi muito importante. Milhões de pessoas em toda a Europa e noutros continentes seguem atentamente as formas de resistência da Grécia. Fazemos todos os esforços para promover uma cooperação pan-europeia entre os movimentos de luta, a fim de construir uma ampla resistência capaz de virar a maré. É muito difícil que os cidadãos de um país enfrentem sozinhos o ataque.
- A Grécia parece estar no centro da crise da dívida. Disse que o povo grego, estando no centro da crise, está também no epicentro da solução para essa crise. O que quer dizer com isto?
Éric Toussaint - É claro que toda a Europa vive uma crise profunda. A classe capitalista e a Comissão Europeia, que actua em seu nome, desencadearam um terrível ataque contra o povo. A Grécia está no centro dessa crise, mas também no centro da resistência a esse ataque. Países como a Irlanda, Portugal e Espanha, mas também a Roménia e a Bulgária, etc. são vítimas desse ataque.
No entanto, a Grécia está no centro porque representa o início de uma nova fase da crise, devido à implementação do memorando de entendimento, em Maio de 2010, mas também devido à resistência do povo grego. Estou ao corrente do que se passou na última greve geral de 20 de Fevereiro 2013, que foi muito importante. Milhões de pessoas em toda a Europa e noutros continentes seguem atentamente as formas de resistência da Grécia. Fazemos todos os esforços para promover uma cooperação pan-europeia entre os movimentos de luta, a fim de construir uma ampla resistência capaz de virar a maré. É muito difícil que os cidadãos de um país enfrentem sozinhos o ataque.
quarta-feira, 6 de março de 2013
A Crise da Dívida
Já saiu a tradução em português:
Ed. Temas e Debates, 2013
AAA… Esta é a avaliação máxima atribuída pelas agências de notação financeira, etiqueta preciosa de boa gestão que obceca os governos que desejam inspirar confiança aos mutuantes e aos especuladores. Para salvarem o seu triplo A, os dirigentes europeus, com a colaboração da Comissão Europeia e do Fundo Monetário Internacional, violando os direitos humanos, impõem aos seus povos austeridade e regressão social.
Os autores analisam a crise e as medidas aplicadas desde a sua eclosão, repudiando a lógica neoliberal que protege os responsáveis e obriga os povos que dela são vítimas a pagar os custos. Uma auditoria completa da dívida pública é a única solução para determinar a sua parte ilegítima, que deve ser anulada. Libertos assim do fardo da dívida, os europeus poderão sair da crise levando a cabo uma outra política que não seja a de austeridade, perigosa e injusta, que hoje se encontra em vigor.
Auditar-Anular-Alternativa política, eis o AAA que os autores desta obra propõem, o dos povos e não o das agências de notação. Para eles, só uma luta social intensa permitirá essa mudança, uma alteração radical da lógica à altura do que está em jogo.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Ataques neonazis na Grécia
O agravamento permanente da crise económica e social permite que a extrema-direita demonize os estrangeiros (imigrantes, cidadãos que pedem asilo), utilizando o antissemitismo como forma de encontrar bodes expiatórios e de criar uma cortina de fumo em torno das verdadeiras causas dos problemas enfrentados pelo povo grego. A cura brutal de austeridade imposta pela Troika ao povo grego leva muitos gregos desorientados a enveredarem por novas vias que os iniciam nos sentimentos obscuros do fascismo.
Ler comunicado do CADTM Internacional em: http://cadpp.org/content/ataques-neonazis-grecia-comunicado-cadtm-internacional
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Bancos, gigantes de pés de barro
5ª parte da série «Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado» por Eric Toussaint.
Nesta secção da série estudam-se os mecanismos de financiamento dos bancos. Desde o branqueamento de dinheiro da droga até operações de short-selling, trading de alta frequência, empréstimos com garantias inexistentes, etc. E, como sempre, o beneplácito dos governantes perante toda a espécie de especulações obscenas, capazes de reduzirem as populações à miséria em escassas fracções de segundo.
Nesta secção da série estudam-se os mecanismos de financiamento dos bancos. Desde o branqueamento de dinheiro da droga até operações de short-selling, trading de alta frequência, empréstimos com garantias inexistentes, etc. E, como sempre, o beneplácito dos governantes perante toda a espécie de especulações obscenas, capazes de reduzirem as populações à miséria em escassas fracções de segundo.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Socializar o sistema bancário – uma necessidade imperiosa
Embora o governo britânico tenha aprovado uma nova regulamentação para o sector bancário e financeiro e toda a Europa discuta as soluções possíveis para «pôr na ordem» os especuladores financeiros, a única proposta capaz de pôr um ponto final na socialização das dívidas e desvarios da banca é... a socialização da banca na sua totalidade.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Descida ao mundo viciado dos bancos
Nesta 4ª parte da série «Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado», Eric Toussaint explica-nos alguns dos mecanismos essenciais de dominação económica dos bancos. Ao longo desta descida aos infernos da usura vamos compreendendo a estranha forma como, por exemplo, os bancos conseguem ganhar dinheiro com o facto de os seus clientes já não terem dinheiro para pagar a hipoteca da casa que compraram a crédito. Não nos é difícil extrapolar do consumidor-devedor para o estado-devedor...
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Marrocos entra no carrossel da dívida
Marrocos entrou no carrossel da dívida pública. Já recebeu o menu do FMI com todos aqueles acepipes nossos conhecidos, de austeridade e pilhagem dos bens públicos. O Estado marroquino, aprendendo com o que se tem passado nos países do outro lado do Mediterrâneo, já pôs em marcha medidas brutais de repressão e intimidação contra a população em geral e os activistas contra a dívida em particular.
Ver notícia completa: ATTAC Marrocos denuncia a ofensiva generalizada
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Conferência/debate: Quem paga o Estado Social?
Conferência/debate sobre "Quem Paga o Estado Social em Portugal?"
Raquel Varela, Renato Guedes e Rui Viana Pereira.
Quinta-Feira, 7 de Fevereiro, 14 horas.
FLUL - Anfiteatro III
Raquel Varela, Renato Guedes e Rui Viana Pereira.
Quinta-Feira, 7 de Fevereiro, 14 horas.
FLUL - Anfiteatro III
Evento facebook
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Se um banco é grande demais para falir, ele é grande demais para ser privado
Entrevista a Raquel Varela no Jornal Económico: http://tv.economico.sapo.pt/ (emitida em 8 Janeiro 2012)
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Pagar ou suspender a dívida pública portuguesa?
O Estado recapitalizou há dias o banco Banif com 1,1 mil milhões de euros. Este dinheiro vai ser aplicado pelo Banif em títulos da dívida pública – ou seja, o dinheiro público saiu do bolso da população para ir produzir uma renda em benefício de um banco privado. Ora, os títulos da dívida portuguesa estão a render 57% do seu valor nominal – um recorde mundial que nos permite perceber por que andam os governos dos países fortes da Europa a dar palmadinhas nas costas ao Governo português.
domingo, 30 de dezembro de 2012
A maior ofensiva contra os direitos sociais levada a cabo desde a Segunda Guerra Mundial à escala europeia
3ª parte da série «Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado!», por Eric Toussaint.
Por toda a parte no mundo, o Capital lançou uma ofensiva contra o Trabalho. É na Europa que, desde 2008, a ofensiva assume uma forma mais sistemática, a começar pelos países da periferia. Embora os bancos (e o capitalismo enquanto sistema) sejam responsáveis pela crise, são sistematicamente protegidos. Por toda a parte, o reembolso da dívida pública serve de pretexto para os governos justificarem uma política de ataque aos direitos económicos e sociais da esmagadora maioria da população. Se os movimentos sociais quiserem enfrentar vitoriosamente esta ofensiva devastadora, têm de atacar a questão da dívida pública, a fim de retirarem ao poder o seu argumento principal.
Ler continuação aqui: http://www.cadpp.org/content/maior-ofensiva-contra-direitos-sociais-levada-cabo-desde-segunda-guerra-mundial-escala
O BCE e o Fed ao serviço dos grandes bancos privados (2ª parte)
Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado! (1ª parte)
Por toda a parte no mundo, o Capital lançou uma ofensiva contra o Trabalho. É na Europa que, desde 2008, a ofensiva assume uma forma mais sistemática, a começar pelos países da periferia. Embora os bancos (e o capitalismo enquanto sistema) sejam responsáveis pela crise, são sistematicamente protegidos. Por toda a parte, o reembolso da dívida pública serve de pretexto para os governos justificarem uma política de ataque aos direitos económicos e sociais da esmagadora maioria da população. Se os movimentos sociais quiserem enfrentar vitoriosamente esta ofensiva devastadora, têm de atacar a questão da dívida pública, a fim de retirarem ao poder o seu argumento principal.
Ler continuação aqui: http://www.cadpp.org/content/maior-ofensiva-contra-direitos-sociais-levada-cabo-desde-segunda-guerra-mundial-escala
O BCE e o Fed ao serviço dos grandes bancos privados (2ª parte)
Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado! (1ª parte)
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
O BCE e o Fed ao serviço dos grandes bancos privados
2ª parte da série «Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado!», por Eric Toussaint.
Ler continuação aqui: http://cadpp.org/content/bce-e-fed-ao-servico-grandes-bancos-privados
Em 2012, os bancos, a nadarem em liquidez, compraram grandes quantidades de títulos de dívida pública dos seus países. O BCE parecia ter descoberto a solução – o dinheiro emprestado aos bancos era, em parte, utilizado na compra de títulos de dívida pública de Estados da zona euro. É fácil de ver que, do ponto de vista do interesse da população dos países em questão, teria sido necessário adoptar uma abordagem completamente diferente: o BCE deveria emprestar directamente aos Estados a menos de 1% (como acontece com os bancos privados desde maio de 2012) ou mesmo sem juro. Dever-se-ia também socializar os bancos, sob controlo cidadão.
Ler continuação aqui: http://cadpp.org/content/bce-e-fed-ao-servico-grandes-bancos-privados
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Os Números da Dívida 2012
Via Internet, o CADTM pôs à disposição do público a sua publicação Os Números da Dívida 2012, actualizada e acrescentada pelos autores – Damien Millet, Eric Toussaint e Daniel Munevar. Esta obra, actualizada todos os anos, fornece-nos dados numéricos preciosos sobre a crise mundial da dívida. Pode ser livremente descarregada para uso pessoal. Pode ser colocada noutros sites, na condição de ser enviada nota aos autores e fornecida uma ligação para o sítio www.cadtm.org. Pode ser reproduzida e impressa com fins estritamente não comerciais.
Para descarregar o livro ou lê-lo online, visite: http://cadtm.org/Os-numeros-da-divida-2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
O que acontece se não pagarmos a dívida?
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
A maior carga policial desde os anos 1990
Segundo declarações de um elemento da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) ao Jornal de Notícias, os trabalhadores sofreram a maior carga policial verificada no centro de Lisboa desde 1990. No momento em que escrevemos estas linhas chegam-nos notícias de crianças, idosos, pessoas em cadeiras de rodas que foram agredidas a eito. Além da carga de bastonada e dos cães, a polícia fez vários disparos de armas de fogo na Av. D. Carlos (Lisboa), para onde fugiu uma parte dos manifestantes.
Ler o resto em http://cadpp.org/node/368
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Todo Estado social depende de um pacto social. O nosso já foi rasgado
Breve história da génese e natureza das funções sociais do Estado. Os poderes públicos e as tendências neoliberais tentam fazer passar uma versão branqueada destes dois aspectos, para melhor aplicarem a política de privatização do Estado-providência.
Este artigo faz parte do dossier do CADPP sobre o Estado-providência.
Ler aqui: http://www.cadpp.org/node/367
Este artigo faz parte do dossier do CADPP sobre o Estado-providência.
Ler aqui: http://www.cadpp.org/node/367
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
O paradigma deste governo: saque generalizado dos bens públicos
Os responsáveis pelos poderes públicos entraram numa fase discursiva mais clara e radical – a defesa de um «novo paradigma» de Estado. A esta nova fase do poder deveria corresponder uma nova fase de luta dos movimentos sociais – igualmente frontal, igualmente agressiva, igualmente radical.
Ler continuação aqui: http://cadpp.org/node/364
Ler continuação aqui: http://cadpp.org/node/364
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